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pH: saúde e doenças


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O que é pH e o que significa?

O pH é a sigla usada para o potencial hidrogeniônico e se refere à concentração de [H+] (ou de H3O+) em uma solução. Assim, o pH serve para nos indicar se uma solução é ácida, neutra ou básica. A escala de pH varia entre 0 e 14, abaixo de 7 sendo ácido e acima de 7 alcalino.

Por que devemos controlar o pH do nosso corpo?

Para manter a saúde do corpo humano é muito importante equilibrar o nosso pH, ou seja, mantendo-neutro, ou levemente alcalino. Quando o pH do sangue estiver discretamente acima de 7, assegura-se uma maior proteção contra várias doenças.

O índice do pH varia de acordo com a temperatura e a composição de cada substância e isso também acontece com o nosso corpo, cujo pH varia de acordo com a concentração de ácidos, metais, sais, etc. Tais variantes influenciam no pH: na saúde e doenças.


As substâncias são consideradas ácidas quando o valor de pH está entre 0 e 7 e são alcalinas (ou básicas), quando o índice está entre 7 e 14.

Para compreender melhor, preste atenção nas seguintes substâncias e verifique os respectivos pHs.

  • Estômago (suco gástrico): 2,0

  • Coca-cola: 2,5

  • Vinagre: 2,9

  • Saliva Humana: 6,5 – 7,4

  • Água pura: 7

  • Água do mar: 8

  • Água com bicarbonato: 12,5 ou mais

E como ter uma dieta que equilibre favoravelmente o pH?

Para tanto é preciso restringir ou até evitar alimentos cujos pHs são baixos (refrigerante, café, etc.), ou que acarretem na acificação: massas, carnes pesadas, comer rapidamente, em excesso, ou em horários inadequados. Devendo-se preferir consumir alimentos mais alcalinos, ou alcalinizantes como vegetais, frutas com pouco açúcar, etc.

O pH do sangue, deve ser 7,4. Abaixo desse valor, a acidez do sangue torna-se um meio propício para os mais variados tipos de fungos, bactérias e células cancerígenas. Por outro lado, um pH mais alcalino que 7,4, propicia ao crescimento de vírus.

O pH da saliva de pacientes com câncer, em geral registraram valores entre 4,5 e 5,7.

Devemos cuidar para não confundir, ou acreditar que, se um alimento que tem sabor ácido, ele também terá um efeito formador de ácido no corpo. Frequentemente, um alimento ácido, após a digestão torna o nosso organismo alcalino, é o que ocorre com as frutas cítricas, como limões em geral.

O que acontece no nosso corpo com o desequilíbrio do pH?

pH: saúde e doenças:

Tendo grande influência na atividade enzimática, havendo um pH ótimo de funcionamento para uma determinada enzima. Quanto mais próximo ao pH ótimo, maior a atividade enzimática

Os sintomas de um pH desequilibrado se associam com os da disbiose intestinal e podem incluir: azia, ou queimação no estômago, flatulência, distenção, ou empachamento abdominal, arrotos e sensação de saciedade após ingesta de pequenas quantias de alimentos, obviamente a depender do tipo de alimento atmbém.

Quando o nível de acidez corporal é elevado (acidose), torna-se uma das causas fundamentais do aparecimento de várias doenças, ficando o organismo mais propenso a sofrer problemas crônicos como: inflamações em geral, diabetes, obesidade, enxaqueca, catarata, câncer, artrite, artrose, hipertensão arterial, problemas cardíacos, alergias, osteoporose e fadiga crônica entre outros.

Outros sintomas ainda podem incluir:

  • Insônia,

  • Retenção de água

  • Enxaqueca

  • Prisão de ventre, diarréia,

  • Cansaço, sensação de queimação na língua e na boca

  • Halitose

  • Desmineralização das unhas e do cabelo.

Como solucionar o equilíbrio do pH interno?

Além da atividade física e de um estilo de vida menos estressante, podemos equilibrar corretamente o pH através da alimentação:


Aqui uma pequena lista de alimentos com reação ácida e com reação alcalina:


Alimentos com consequências extremamente ácidas:

Glutamato, adoçantes artificiais, carne, cerveja, pães, açúcar, refrigerante, cereais refinados, chocolate, cigarro e tabaco, café, trigo, peixes, sucos de frutas com açúcar, doces, geléias, macarrão, carne de porco, Licor, xaropes transformados, melaços, macarrão branco, doces e bolos de farinha branca, prato comercial, aves, frutos do mar, o açúcar branco, sal de mesa refinado e iodado, chá preto, pão branco, vinagre branco transformado, trigo, vinho, iogurte e arroz branco.

Moderadamente ácida:

Cevada, farelo, manteiga comum, cerais não refinados, queijos, biscoitos de centeio, feijão, frutose, leite de cabra homogeneizado, mel pasteurizado, ketchup, xarope não transformado, leite homegenizado, melaço, a maioria das nozes, a mostarda, aveia, centeio orgânico, pasta de azeitonas tipo picles, massas, ameixas, pipoca com sal e/ou manteiga), batatas, ameixas, arroz integral, sementes de abóbora e girassol, molho de soja, pão germinado orgânico e banana .

Consequências levemente ácidas:

Cevada, feijão, amêndoas, carne, pão, trigo, manteiga, castanha de caju, cereais, queijo, castanha, frango, chocolate, molusco, óleo de fígado de bacalhau, queijo curado, farinha de milho, ervilha, nata, ovos, avelãs, nozes, canjica, mel, carne de cordeiro, lentilhas, lagosta, cavala, xaropes, tapioca, romã, aveia, ameixa, arroz, nabos, centeio, chucrute, salmão, espaguete, açúcar, peru, gérmen de trigo, bananas verdes, côco e óleos vegetais.


Alimentos com consequências alcalinas.

Couve, amêndoas, maçãs, alcachofra, beterraba, folhas de beterraba, amoras, brócolis, couve de bruxelas, bardana, repolho, melão, alfarrobas, cenoura, couve-flor, aipo, acelga, cerejas, cebolinha, coco verde, pepinos, endro, escarola, figo seco, linhaça, alho, uvas, toranja, goiaba, alga marinha, repolho, alho-poró, limões, alface, limas, framboesa, manga, melão, milho, menta, melaço, amoras, mostarda, nectarinas, quiabo, azeitonas, azeite, cebola, laranja, mamão, salsa, maracujá, pêssego, pêra, caqui, abacaxi, ameixa, abóbora, rabanete, uva, framboesa, ruibarbo, alface, soja, espinafre, abóbora, morangos, acelga, tangerina, nabos, agrião, limões, melancia, Maçã, brotos de alfafa, damasco, abacaxi, banana madura, passas, fogos frescos, brotos de alfafa, alho, ervas verdes folhas, alface, pera, ervilha, sal marinho, feijão verde e beterraba.

Alcachofras, cereja, coco verde fresco, leite de cabra, maionese caseira, azeite de oliva fresco, sementes de gergelim inteira, soja em grão, queijo de soja, leite de soja, tofu, tomate e flocos nutricionais, castanhas secas torradas, gema de ovo.


Alimentos formadores de ácido ou álcali

Dependerá do tipo de reação que o organismo faz: quanto maior a alergenicidade, maior a acidificação.

Portanto, a Dieta:

Procuro orientar com base na clínica, exames laboratoriais e análise complementar pela bioressonância, para detectarmos as melhores opções a cada um.


Dicas para manter o equilíbrio do pH

Além de cuidar do estilo de vida, evitando o sedentarismo, podemos:

  • Incluir o consumo de vegetais de folhas verdes

  • Adotar o hábito de tomar um copo de água com limão em jejum (o ácido cítrico é um alcalinizante, apesar de ser ácido).

  • Consumir frutas e verduras, preferencialmente cruas.

  • Evitar o consumo de alimentos processados e frituras.

  • Evitar o consumo de alimentos refinados como o açúcar e a farinha.

  • Consumir água de alta qualidade, preferivelmente água purificada.

  • Procurar usar produtos naturais quando se trata de cuidar do cabelo, da pele, dos dentes, etc.

  • Consumir alimentos preferencialmente de origem vegetal.

Funções terapêuticas do bicarbonato de sódio:
  • E um antiácido natural: pode neutralizar os ácidos estomacais. Diluído em um copo de água é capaz de diminuir a inflamação e os gases, proporcionando uma forma rápida de alívio, para certos casos de indigestão, p.ex..

  • Tem um leve efeito antisséptico podendo ser eventualmente aproveitado para a eliminação de fungos e bactérias que causam doenças. Pode também ser utilizado para tratar a dor e a inflamação da garganta, com gargarejos.

  • Alivia infecções e pode atuar como uma barreira protetora contra infecções urinárias.

  • Ajuda a melhorar o rendimento físico, O ácido lático que se libera durante a atividade física pode se acumular nos músculos e nas articulações, causando dores e fadiga muscular.

  • Ajuda a controlar os índices de colesterol, beber água mineral com bicarbonato de sódio pode ter um efeito positivo na redução do colesterol, especialmente no tipo LDL.

No entanto, devido ao seu alto nível de sódio, ele não é aconselhado para pessoas que sofrem de hipertensão arterial, pois nesse caso podemos substituir pelo carbonato de potássio, a critério médico.


Doenças Mentais & pH

O cérebro humano frequentemente sofre mudanças na acidez, com picos de tempos em tempos. Uma das principais causas desses surtos temporários é o gás dióxido de carbono, que é constantemente liberado à medida que o cérebro quebra o açúcar para gerar energia. No entanto, a química geral em um cérebro saudável permanece relativamente neutra porque processos como a respiração – que expele o dióxido de carbono – ajudam a manter o status quo. Como resultado, as flutuações ácido-base passageiras geralmente passam despercebidas. Mas um crescente corpo de pesquisa sugere que, para algumas pessoas, mesmo pequenas mudanças nesse equilíbrio podem estar ligadas ao transtorno do pânico e a outras condições psiquiátricas. Descobertas recentes fornecem mais evidências de que tais ligações são reais – e sugerem que elas podem se estender à esquizofrenia e ao transtorno bipolar. “pH cerebral diminuído age como um endofenótipo compartilhado de distúrbios psiquiátricos”, de Hideo Hagihara et al., em Neuropsicofarmacologia. Publicado online em 6 de setembro de 2017 acidez, observa ele. Usando a espectroscopia de ressonância magnética, um método que pode detectar alterações bioquímicas no tecido, os cientistas encontraram consistentemente níveis elevados de lactato no cérebro desses indivíduos.

Segundo Miyakawa, uma possibilidade é que o aumento da acidez seja resultado de maior do que a atividade neuronal normal no cérebro de pessoas com esses distúrbios. Outra teoria popular é que a maior acidez pode ser resultado de deficiências nas mitocôndrias, as usinas de força das células, diz Regenold. Essas duas hipóteses podem não ser mutuamente exclusivas.

A próxima grande questão será se o baixo pH no cérebro pode levar a mudanças cognitivas ou comportamentais associadas a esses distúrbios, diz Miyakawa. Há sugestões de que este é o caso. “Sabemos que os receptores [que são ativados pelo ácido] têm efeitos proeminentes no comportamento dos animais”, diz Wemmie.


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Referências:

Acessados em 21-6-2023, 23:00hs

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